sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fondue de chocolate


Esse é especial para minha amiga Pam (a do Fondue de queijo...) ela quer servir o de chocolate como sobremesa para o "Benzim"

Porçao para 1 casal apaixonado:

1/2 tablete de chocolate meio amargo
1/2 tablete de chocolate ao leite
Creme de leite (caixa)
1 dose de conhaque ou licor (Amarula, 43...)

Coloque em uma panela esmaltada (de preferencia) o Chocolate (picado) e o Creme de Leite e leve fogo, regulando a chama o mais baixo possível. Mexa delicadamente até que o Chocolate derreta.Acrescente aos poucos o conhaque, misture tudo muito bem e mantenha a chama baixa.

Sirva com as frutas em pedaços, experimente frutas secas (damasco, banana passa, figo etc)

Excelente noite!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Essa é Vapt Vupt!


Enquanto faz um dos pratos....em poucos minutos fará um canapé de shitake. Impressionante!

Ingredientes
shitake (tamanho médio a grande)
100 gr de cream cheese ou pasta de ricota
pistache triturado (opcional, mas...hummmm)
1 colher de azeite extravirgem
sal
cebolinha verde picada ou ervas finas

Preparo:
Cortar o cabinho do shitake modelando uma boa base para o seu equilíbrio no prato, e reservar. Num recipiente juntar o cream cheese, o pistache, o sal, o azeite, as ervas e misturar tudo muito bem. Rechear a superfície de cada shitake e levar ao forno já aquecido por quinze minutos.

Sugestao de outro recheio:
Gosta de abórbora?
Entao se prepare: corte a abóbora em cubos médios com casca
Feche-os num papel aluminio (parte brilhosa para dentro)
Leve ao forno
Ficará caramelizado, incrível, a casca solta e vocè pode fazer amassar e rechear com salsinha e cebolinha.

Risoto


Risoto é um prato que tem um preparo especial, encantador, cativante.
O risoto é um prato carente, nao deixe-o jamais sozinho nesses 25 minutos que levará para prepará-lo. Isso mesmo, esse é o tempo, independente da quantidade de convidados que degustarao. Mas como saberei a quantidade???? Isso é muito fácil, um punhado para cada convidado (certo como 2+2 sao 4)

É um prato tao romantico que divido com vocês a origem dele:
O risoto foi criado ao acaso, ele é um prato típico italiano e a história conta que ele “nasceu” em uma festa de casamento no ano de 1574, o risoto com arroz branco ou “Risotto alla milanese” foi inventado pela mãe do mestre Valério di Fiandra, responsável pelos vitrais da catedral de Milão.

O artista era muito sábio no dosar e mesclar as cores em suas obras de arte e conhecido também por apreciar a boa comida e bebida de sua terra. Fiandra ia seguido a uma taberna local onde podia apreciar um bom vinho. Sem imaginar, sempre que mestre Fiandra estava em meio aos vinhos e às delícias da cozinha italiana, sua filha observava escondida tudo o que acontecia naquele "local proibido".

Com o tempo, a jovem acabou apaixonando-se pelo filho do proprietário da taberna, e em setembro de 1574 os dois casaram-se. Durante os preparativos da festa de casamento, Fiandra deixou cair um pedaço de açafrão dentro do risoto. A lenda conta que a atitude de Fiandra foi uma demonstração de ciúmes pela filha. O resultado dessa mistura acidental foi conhecido no final da noite quando os convidados começaram a procurar o cozinheiro da saborosa invenção. Nascia o Risoto Branco ou Risoto alla Milanese (Risoto a milanesa), o mais tradicional de todos os risotos.


Agora a receita, para quem está apaixonado pelo namorado ou ainda pelo prato:
arroz arbório (2 punhado)
cebola
manteiga com sal
Azeite extravirgem
queijo parmesão, ralado
1 taça de vinho branco seco (de boa qualidade, nao existe comprar o mais barato por que irá cozinhar com ele)
Caldo de legumes fervente (lógico que o fará em casa....mas caso contrário use o industrializado mesmo)

Dica: Panela de boca larga, pode ser uma frigedeira grande, o arroz deve ficar espalhado. Nao lave o arroz, por favor!

Na panela, acrescente o zeite e parte da manteiga, assim que derretida introduza a cebola (se quiser um toque especial, alho poró, só a parte branca).
Deixe a cebola branquear (ficar transparente)
Acrescente o arroz e incorpore
Fogo baixo, você nao está com pressa
Acrescente a taça de vinho e deixe evaporar
Agora começa o carinho...
Vá acrescentando o caldo fervente, concha por concha...o arroz pedirá mais e mexa sempre, de fora para dentro com suavidade, "massageando" os ingredientes.
Tá olhando o relógio, a mèdia é de 20 minutos para ficar pronto. O arroz estará al dente e já começa a ser cremoso.
Quando chegar no ponto desligue e tire do fogo ( o calor mesmo desligado fará continuar o cozimento)
Agora....você fará o risoto, vamos lá!
Acrescente manteiga aos poucos e alterne com o queijo ralado, mexa vigorosamente, verá o brilho surgir e a cremosidade que nunca imaginou....hum!
Bom apetite!

Ah...tem milhares de variaçoes, se quiser algo especifico, me escreva.

Fondue


Em um dos anos mais frios dos últimos tempos, as comidas de inverno tomaram a cena da mesa. O fondue, receita originária das geladas montanhas suíças, invariavelmente, é um dos primeiros pratos a ser lembrado nessas horas.

A origem do fondue não se sabe ao certo, mas a lenda mais aceita conta que camponeses suíços derretiam o queijo que sobrava, e molhavam o pão que havia restado para que ficasse macio. E para acelerar o processo, passaram a acrescentar aguardente.

Vai aqui a receita para Pam:

• 200 g de queijo gruyére
• • 200 g de queijo emmenthal
• • 1 dente de alho descascado (inteiro)
• • cubos de pão amanhecido
• • noz-moscada (moer na hora)
• • pimenta-do-reino branca (moer na hora)
• • 2 colheres (sopa) de vodka ou conhaque
• • 1 colher (sopa) de amido de milho (maisena) - se precisar (geralmente nao precisa)
• • 2 xícaras (chá) de vinho branco seco ( um bom vinho, o que você toma normalmente)

Rale os queijos no ralo grosso e reserve. Esfregue o dente de alho na parte interna da panela que preparará o fondue. Separe 4 colheres (sopa) do vinho e coloque o restante na panela. Acrescente os queijos e leve ao fogo baixo mexendo a mistura sem parar, até que os queijos estejam totalmente derretidos no vinho. Misture a maisena (se necessário) com o vinho branco reservado e despeje na panela. Continue mexendo por 1 minuto até engrossar. Tempere com pimenta-do-reino e uma pitada de noz moscada. Despeje o conheque . Sirva acompanhado de cubos de pão italiano, camarão no bafo, brócolis .
Deixe uma geléia de damasco reservada, para quem gosta da mistura.

Dia dos Namorados!


Nesse Dia dos Namorados, que tal supreender quem você ama com um prato feito por você.
Talvez dirá " nao sei cozinhar", posso te garantir... a culinária é muito mais que habilidade, é pura paixao e certamente esse é um dos sentimentos que a faz ficar com seu amado. Conseguirá transmitir através da receita todo o carinho que sente por ele(a).

E se tiver alguma dúvida na hora....me ligue!

Abaixo dividirei com vocès algumas receitas práticas e deliciosas para este dia tao especial. Minha amiga Pam adora fazer surpresas espero que ela tive proveito de alguma receita.

Beijo e curtam esse dia!

terça-feira, 19 de maio de 2009

A hora da sobremesa

Torta da Bavaria....ou torta de maça com sorvete

Vamos lá....tenho certeza que fará sucesso!


1 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de canela
1 xícara de açucar
1/2 tablete de manteiga sem sal
Faça uma farofa com esses ingredientes

Arrume num refratário (untado) a seguinte sequencia:

6 maças descascadas e cortadas em fatia
200g de passas brancas sem caroço
Cubra com amendoas em lamina
A farofa dos ingredientes acima

Leve ao forno por cerca de 25 min, até ficar crocante por cima.

Para a calda:

300g açucar
Faça um calda de caramelo (ponto médio)- sem adicionar nenhuma quantidade de agua (só mexendo)
Quando a calda estiver pronta, adicione 1/2 xícara de creme de leite fresco.

Sirva a torta e a calda quentes com sorvete de creme hummmm

Varanda, frutos do mar e...um violao!


Amigos,

Gostaria de dividir com vocês uma curiosidade sobre a Paella.
Neste último fim de semana, tive um encontro com amigos, que foi maravilhoso!

Cantamos, conversamos, rimos ...eu cozinhei....e eles apreciaram!

Achei que a entrada e o jantar tinha feito sucesso...até que servi a sobremesa.
Mas vamos primeiro a Paella:

Como dar a volta ao mundo sem sair da cozinha
Conheça hoje a história da “paella”

Por Lulu Carabina

A “paella” é o prato mais famoso e tradicional da culinária espanhola. Seu preparo segue todo um ritual, pouco alterado desde a sua criação. Trata-se de um prato sofisticado pela plástica de sua apresentação e de ponto delicado, por isso seu preparo deve seguir rigorosamente as instruções. Mas enquanto separamos os ingredientes, vamos conhecer a história da “paella”.

“Paella” é coisa de homem

Quando saíam de madrugada para o trabalho, nos séculos XVI e XVII, os camponeses da região de Valência, na Espanha, levavam os ingredientes para preparar sua refeição. Ainda de manhã, capturavam um coelho ou pato selvagem, caracóis nativos e colhiam legumes da estação.

Ao meio dia, reuniam-se em torno do fogo e iniciavam o ritual do almoço. Era um momento de sociabilidade e congratulação. Utilizavam a “paella” - uma panela redonda, ampla e rasa, com alças - derivado de “patella”, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecundação da terra, onde eram colocados azeite, carnes, vagens, água, favas, sal, caracóis, açafrão e arroz. Só mais tarde acrescentaram o tomate, ingrediente originário da América, que chegou à Espanha após a viagem de Cristóvão Colombo, e o frango, nobre e caro demais para os padrões rurais da época.

Ao migrar para outras regiões, a receita sofreu interessantes aculturações. Surgiram a “paella marinera”, feita com peixe e frutos do mar; a “paella mista”, à base de peixe, frutos do mar e carnes e a “negra”, com tinta de lula.

Além disso, apareceram “paellas” apenas com verdura, alcachofra, fígado ou morcela. Existe também uma variante da “paella” com massa, a “fideuà”. O nome vem de “fideo”, que em espanhol significa aletria, macarrão. Conta-se que a “fideuà” surgiu acidentalmente. Os pescadores que criaram o prato usaram massa porque não tinham arroz para juntar aos ingredientes.

A “paella” é um prato festivo, que os espanhóis saboreiam em batizados, casamentos, feriados religiosos e fins de semana. Sua preparação compete somente ao homem, geralmente ao chefe da casa. A “paella” é feita de preferência ao ar livre, em fogo a lenha, longe da cozinha. Ali, sem perigo de arranhar sua virilidade, o homem elabora um prato complicado e barroco, generoso e rico. Segundo a tradição, apenas aos filhos homens deve ser transmitido o conhecimento sobre este prato.

É fogo

Antigamente, o fogo era exclusivamente a lenha. No caso da “paella”, a falta de lenha obrigava os camponeses a fazerem fogo com ramos e lascas de árvores frutíferas, sobretudo de laranjeiras, cultivadas há séculos na região de Valência, na Espanha. As laranjeiras produziam brasas miúdas, uniformes, de calor intenso. Além disso, seu perfume agradável impregnava e temperava suavemente a comida. A tecnologia moderna trouxe o fogo a gás e a preparação da “paella” teve que ser adaptada. O prato perdeu um pouco da magia original, mas continuou a ter importância social.

O sucesso da “paella” depende de inúmeros fatores. Usa-se exclusivamente a panela tradicional, hoje chamada de “paellera”, porque ela possui muita base e pouco fundo. É a única capaz de cozinhar o arroz em extensão e não em altura, como manda a receita. Sua superfície ampla garante a perfeita evaporação da água.

O grão do arroz deve ser médio, com 5,2 a 6 milímetros de comprimento. Esse é o tipo de arroz que melhor absorve os sabores do cozimento, sejam carnes, peixes, frutos do mar, verduras ou legumes. Ele funciona quase como uma pequena esponja.

O ponto de cozimento também é importante. Ao contrário do risotto italiano, o arroz precisa ficar inteiro, seco e solto. Se passar, os grãos se rompem, o sabor diminui e a textura fica pastosa.

A raspa

Como o arroz não pode ser mexido durante o cozimento, há quem diga que a parte mais deliciosa fique no fundo e nas laterais. É o “socarrat”, ou seja, os grãos que pegam na “paella”, adquirindo cor marrom e queimadinho crocante. A quantidade de azeite também deve ser bem dosada, pois a “paella” não pode ser gordurosa. Finalmente, também é importante ao volume de água. Se excessivo, atrapalha todo o cozimento.

Ao ser considerada pronta, a “paella” torna-se o centro da refeição. O ideal é que os presentes se sirvam à vontade, pois o clima que envolve gula e sociabilidade é o charme desse prato.

No passado, o cerimonial era ainda mais comunitário. O autor dividia a “paella” em partes iguais, desenhando no arroz triângulos exatos, a partir do centro, conforme a quantidade de convidados. Cada um ficava com uma porção e respeitava as que cabiam aos demais.

Segredos do chef

• A pronúncia mais correta é a espanhola, algo próximo de “paelha”. Os tradicionalistas dizem que, chamada de “paeja”, a receita perde a autenticidade;

• O arroz nunca deve ser lavado;

• As carnes devem ser bem refogadas, até a formação de um fundo na panela;

• No caso do o fogo de lenha, este deve ficar a uma distância prudente da “paella”, para que as chamas sejam distribuídas igualmente sob ela;

• A água deve cozinhar por no mínimo 25 minutos, para pegar o sabor dos ingredientes;

• O diâmetro da “paella” varia de acordo com a quantidade dos convidados: 25 cm para 2 a 3 pessoas, 30 cm para 3 a 4, 35 cm para 5 a 6, 40 cm para 6 a 8 e assim por diante.

A receita....desculpem, mas essa eu nao posso passar, pois faço com coraçao, com sentimento, com a energia dos amigos que me cercam nesse momento. Nao há como descrever.